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PF cumpre mandado em Jundiaí durante operação contra supostas fraudes fiscais na Refit

PF cumpre mandado em Jundiaí durante operação contra supostas fraudes fiscais na Refit A Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão em Jundiaí (SP) nesta quinta-feira (15), durante a Operação Sem Refino, que investiga um esquema de fraudes fiscais pela Refit, a antiga Refinaria de Manguinhos. O grupo é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. O alvo na cidade foi uma casa ligada ao ex-secretário de Fazenda do Rio de Janeiro, Juliano Pasqual. Segundo a PF, a ação investiga a suspeita de que a Refit utilizou sua estrutura societária e financeira “para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior”. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp O alvo do mandado em Jundiaí foi uma residência ligada ao ex-secretário da Fazenda do Rio de Janeiro, Juliano Pasqual. A PF não detalhou o que foi apreendido no imóvel, mas aponta que o ex-secretário teria ligação com o grupo investigado. Segundo as investigações, o esquema envolve nomes de peso, como o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e o empresário Ricardo Magro, dono da Refit. O conglomerado empresarial é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. Ainda são alvos de busca o desembargador afastado Guaraci Vianna e o ex-procurador Renan Saad. No total, agentes saíram para cumprir 17 mandados de busca e apreensão. A PF solicitou a inclusão do nome de Ricardo Magro na Difusão Vermelha da Interpol, a lista dos mais procurados do mundo. Ao todo, a operação cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 52 bilhões em ativos financeiros do grupo e a suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. Sete agentes públicos foram afastados de suas funções. PF cumpre mandado em Jundiaí durante operação contra supostas fraudes fiscais na Refit 2 de 2 Investigadores afirmam que o Grupo Refit sonegava impostos em toda a cadeia dos combustívei — Foto: Reprodução/TV Globo O Grupo Refit foi alvo de uma megaoperação em novembro, envolvendo órgãos federais e paulistas. A Operação Poço de Lobato teve 190 alvos em 5 estados e buscava levantar informações sobre supostas fraudes fiscais. As autoridades estimavam um prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres públicos. A investigação apontou que a empresa operava uma estrutura pensada para ocultar lucros, reduzir artificialmente impostos e blindar patrimônio. Segundo autoridades estaduais e federais, a Refit se tornou um caso emblemático de “crime do andar de cima”: uma fraude bilionária, tecnicamente elaborada e com impacto direto na arrecadação pública. A fraude começava nos portos. Importadoras ligadas ao grupo usavam classificações incorretas para pagar menos impostos sobre combustíveis importados. A Refit também trazia produtos praticamente prontos e declarava processamento no Brasil para reduzir tributos. Para ocultar o lucro real, o esquema usava cerca de 50 fundos de investimento — alguns com apenas 1 cotista — e empresas abertas em cascata, com troca frequente de sócios. Núcleos familiar, jurídico, tecnológico e financeiro mantinham a engrenagem funcionando. Lacunas nas declarações de importação, notas fiscais incompatíveis, uso de aditivos não autorizados, ausência de comprovação de refino e a retenção de navios com 180 milhões de litros de combustível chamaram atenção. A refinaria já enfrentou interdições da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) por indícios de importação irregular, uso de tanques sem autorização e falta de comprovação de refino. Também há histórico de vazamento ambiental, disputas judiciais, retenção de navios com combustíveis da Rússia e citações em investigações sobre adulteração e fraude no setor de combustíveis. Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí DESTAQUES G1 SOROCABA E JUNDIAÍ Cetesb apura denúncias de mau cheiro após moradores relatarem problemas de saúde na zona leste de Sorocaba Dono de farmacêutica alvo da PF em investigação de produção clandestina prometeu 'genérico do Ozempic' em Sorocaba Com interdição de rua, obras da Marginal Direita começam nesta quinta-feira em Sorocaba 50 vídeos
15/05/2026 (00:00)
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